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Poucas capitais brasileiras ganharam espaço na lista dos 500 municípios mais desenvolvidos do país, dentre as estatísticas de saúde, educação, emprego e renda, segundo aponta o Índice FirjAan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) 2018, que foi divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. O cálculo é feito com base em dados de 2016.

O cálculo do índice é baseado em dados oficiais sobre saúde e deucação básica, como mortalidade infantil e número de matrículas escolares, além das taxas de emprego e renda média dos trabalhadores.

As 10 capitais mais bem posicionadas se encontram nas 5 regiões do país. A liderança continua com Florianópolis, que registrou um alto índice de desenvolvimento. Na região nordeste, a única capital que se encontra entre as 10 mais desenvolvidas é Teresina, que está entre as que mais subiu nas posições, e pulou de 12ª para a 4ª colocação.

A explicação está nas cidades com grandes indústrias. O setor industrial perdeu muitos postos de trabalho, consequentemente agravando os números do desemprego. A capital do Piauí, por oferecer mais serviço, conseguiu bons rendimentos nesse indicador.

Florianópolis (SC), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Campo Grande (MS) e Palmas (TO) respectivamente preenchem os dez primeiros lugares do ranking.

A capital São Luís ocupa a 16ª posição, das 27 capitais analisadas. Desde o último estudo, realizado com base no ano de 2015, São Luís ocupava a 896º no ranking nacional, e liderava os índices regionais com uma pontuação de 0.7497. A cidade tem agora um indicador de 0.7625.

Entre os itens analisados,na área da saúde São Luís teve média de 0.7936; na educação 0.7636 e no quesito emprego e renda, onde São Luís foi classificada com o nível de alto desenvolvimento entre os anos 2007 e 2009, obteve pontuação de 0.7304.

A capital maranhense apresentou um resultado moderado na análise que tem pontuação variada entre 0,6 e 0,8 pontos.

No IFDM Saúde, São Luís está entre as 19 das 27 capitais apresentaram avanço no último período em relação a 2015.