A Polícia Federal (PF) em conjunto com a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) deflagrou na manhã desta terça-feira, 17, a Operação Swindle, com objetivo de desarticular grupo que realizava clonagens de números telefônicos para aplicar golpes via aplicativo de trocas de mensagens. Cinco mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva estão sendo cumpridos no Maranhão e no Mato Grosso do Sul.

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De acordo com a PF, o grupo abria contas bancárias falsas e usava outras “emprestadas” por partícipes para receber dinheiro proveniente dos golpes aplicados. Nas ocasiões, os criminosos se “apossavam” das contas de WhatsApp de autoridades públicas, entre deputados e senadores, e, fazendo-se passar por estas, solicitavam transferências bancárias de pessoas constantes em suas listas de contato.

Um dos investigados, identificado como Leonel Pires Júnior, foi preso em um condomínio no bairro Parque Shalom, em São Luís. Ele e os demais presos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de de invasão de dispositivo informático, estelionato e associação criminosa, previstos nos arts. 154-A, §3º e §5º, e 171, §3º e 288 do Código Penal Brasileiro.

Deputados são vítimas de golpe

Entre as vítimas do golpe estão os deputados estaduais Adriano Sarney (PV), Valéria Macedo (PDT) e Vinícius Louro (PR). Na ocasião, os três distribuíram notas à imprensa, informando o ocorrido. Relembre aqui.

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