Caso Ane Mickaelly

Assassino se entrega e conta nova versão do crime

Suspeito de matar maranhense Ane Mickaelly se apresenta no Distrito Federal. José Roberto Brito Moreira confessou ter matado a jovem a golpes de faca

O caso do assassinato bárbaro da maranhense Ane Mickaelly Monteiro Mendonça, de 22 anos, na noite do último sábado (6), na cidade de Samambaia, no Distrito Federal, teve mais um capítulo nesta semana.
O principal suspeito de ter esfaqueado a jovem até a morte, José Roberto Brito Moreira, de 46 anos, se apresentou. Durante depoimento confessou ter matado a jovem.

Muitos questionamentos foram elucidados durante o depoimento. O crime, que a princípio teria acontecido por conta de um suposto pedido de casamento de Ane Mickaelly a filha do assassino, foi desmentido por ele.

Em sua versão, José Roberto revelou que Ane Mickaelly provocava toda a família, porque não era correspondida pela filha do agressor. O delegado Joás Borges, delegado-chefe adjunto da 32ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal, disse que o assassinato foi executado com uma faca, com a qual José Roberto estava trabalhando no momento do fato, pois ele teria um tipo de churrasquinho nas proximidades de sua residência. José Roberto não tem passagens anteriores pela polícia

Como aconteceu
No dia do crime, conforme o depoimento de José Roberto, Ane Mickaelly, que morava em um apartamento próximo à casa de José Roberto, jogava rojões bem em frente ao ponto comercial para assustar os clientes.

Isso teria iniciado às 18h. Por volta das 22h, o homem, já bastante irritado, pegou a faca que utilizava para cortar carnes, correu atrás de Ane Mickaelly e a matou.

José revelou também que ela provocava toda a família. Espalhava boatos e postava em redes sociais, que mantinha um relacionamento com a filha de José Roberto.

Por não haver flagrante, José Roberto Brito Moreira foi liberado e deve responder pelo crime de homicídio qualificado. A pena pode chegar a 30 anos de cadeia.

Ane Mickaelly Monteiro Mendonça, de 22 anos, era natural de Presidente Dutra, interior do Maranhão, e morava sozinha na cidade de Samambaia, no Distrito Federal.

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