GALO

Derrota com atuação apática em todos os setores liga alerta

Na prática, o início do Brasileirão mostra que o grupo ainda tem carências

No papel, o Atlético-MG tem um dos melhores elencos do futebol brasileiro. É o que dizem as análises desde o início da temporada 2017. Na prática, o início do Brasileirão mostra que o grupo ainda tem carências.

É verdade que a lista de desfalques é imensa. De todos os jogadores fora de combate, vários são titulares ou muito importantes para o time. Caso de Marcos Rocha, Leonardo Silva, Adilson e Luan, por exemplo – todos machucados. Na derrota para o Vitória, por 2 a 0, a lista aumentou consideravelmente. Cazares, com a seleção equatoriana, Gabriel, poupado por desgaste muscular, Fábio Santos, suspenso, e Alex Silva, com crise de bronquite, também não jogaram. Ao todo, considerando também Lucas Cândido, Carlos César e Jesiel, outros três machucados, a lista de ausências completa 11 atletas, um time inteiro. Seria problema para qualquer equipe, claro. Na teoria, porém, o elenco forte é montado justamente para passar bem pelos momentos de crise. Não é o que está acontecendo com o Galo.

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